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terça-feira, 24 de julho de 2012

1 - O Amor como Herança - Catherine Archer



Inglaterra, 1188.

Simon Warleigh jurava vingar o assassinato de seu pai adotivo. Porém, ao retornar da Terra Santa, o valoroso cavaleiro teve de enfrentar acusações falsas de traição e ainda a ameaça de ser despojado de seus domínios. Sua única chance de manter as terras adoradas de Avington era casar-se com a filha do homem que fora o alvo de seus protestos de justiça!

Mas amor era o seu destino!


Então teve de se casar às pressas com a formosa lady Isabelle, gelada e impassível como uma estátua, mas dona de excepcionais olhos cor de violeta. No entanto, Simon não demorou em comprovar as fagulhas que queimavam sob o aspecto exterior de indiferença de Isabelle. E quando as idéias de desforra transformaram-se em amor, Simon decidiu quebrar o escudo de gelo da donzela e transformá-la em uma mulher de verdade… sua mulher! 


Primeiro Livro da Série Cavaleiros do Dragão


Gosto das seguintes passagens:


"(...)Isabelle demorou-se longe do acampamento o quanto pôde. Queria esquivar-se de um encontro com Simon. Quando voltou, já escurecera.
De esguelha, notou a ausência do marido no meio dos outros homens e viu-o ao lado do fogo. Os cabelos claros já estavam secos, e seu corpo musculoso escondia-se nos trajes de alta qualidade que usava. O que não a impediu de lembrar-se de seu aspecto no riacho.
Simon nem pareceu notá-la, o que a deixou solitária com seu desconforto. Apesar disso, agradeceu aos céus pela atitude distante do marido. Era adequada ao mais estranho dos matrimônios de conveniência. Sentiu o calor subir-lhe ao rosto.(...)"

"(...)Simon estimulou o garanhão a um passo mais rápido, e Isabelle fez o mesmo com sua égua. Agradava-lhe experimentar o vento que lhe desmanchava a cabeleira. Cavalgar era um dos únicos prazeres que lhe permitiam ter.
Adorava apreciar as colinas arredondadas e as florestas verdejantes de Dragonwick. Kelsey, que não andava a cavalo por prazer, nunca a acompanhava.
Naquele dia, apesar da vontade de alegrar-se pelo passeio, Isabelle não conseguia. A presença de Simon a seu lado era poderosa e a impedia de se concentrar em outra coisa.
Não conseguia descontrair-se por completo. A despeito do pouco-caso de Simon, não era capaz de esquecer seu beijo. E aquele pensamento a fez fixar um olhar desejoso nos ombros largos, onde se largara com abandono,
Simon não podia deixar de notar que Isabelle era uma amazona experiente. Observava-a de soslaio. O capuz estava caído nas costas, e ela se inclinava sobre a parte mais alta da sela, segurando as rédeas com mãos esguias, mas competentes.(...)"

"(...) Simon passou a observá-la com mais atenção do que antes. Parecia hipnotizado por suas mãos brancas e esguias ao pegar a taça na mesa. Sentia-se atraidíssimo pelo movimento de seus quadris, quando Isabelle deslizava pelo castelo com a graça inconsciente que lhe era peculiar.
No dia em que sua mulher se encostara nele ao passar em sentido contrário pela escada estreita que levava ao segundo pavimento, Simon sentira um intenso desejo, tão grande que teve de morder o lábio para sufocar um gemido. Isabelle parecera alheia à aflição do marido. Seguira seu caminho, sem ao menos lançar-lhe um olhar de revés, com aqueles olhos maravilhosos…
Teria aquela feiticeira lançado seus encantos sobre ele? Com toda a certeza, pois nunca em sua vida Simon se descontrolara por uma mulher. Devia ser a formosura de Isabelle que o atraía. Qualquer homem a desejaria. Era a natureza dos homens.
Mesmo assim, Simon não costumava ficar tão atordoado por dama alguma.(...)"

"(...)— O senhor não dormiu com ela, dormiu? Warleigh nada disse, e Jarrod começou a andar de
um lado para o outro, diante do companheiro.
— Ficou maluco?! — Jarrod entendeu o que se passara. — O que o levou a fazer uma coisa dessas?!
— Não estou com vontade de discutir sobre isso.
— Essa mulher deu-lhe algum indício de que poderia tornar-se sua aliada?
— Não, Jarrod. Acho que Isabelle tem muito medo do pai para assumir tal atitude.
— Quer dizer que o senhor agiu como tolo duas vezes. Sabe muito bem com que rigor ela deve ter sido treinada!
Semanas atrás, Simon teria concordado com Jarrod. Mas, sabedor de como era difícil para Isabelle lutar contra as amarras do medo, já não pensava assim.
— Não sabe do que está falando, Jarrod. E eu gostaria que tivesse mais cuidado ao se referir a minha esposa.
Jarrod parou de caminhar e encarou-o.
— Deus do céu, não pode ser!
— Só porque espero um pouco de cortesia para minha esposa?
— O senhor se apaixonou por ela!
Simon teve a impressão de que uma estaca lhe varava o coração. O ar saiu de seus pulmões e a cabeça começou a girar.
Apaixonado por Isabelle!
Era a mais pura realidade! Amava-a, apesar de ter feito o impossível para evitar um absurdo daqueles. Até mesmo suspeitara da bondade amorosa que Isabelle demonstrava. Desde o início, soubera que aquilo iria complicar tudo.
Mesmo quando se tornaram marido e mulher de fato, mantivera-se afastado dela. Dissera a si mesmo que Isabelle não se doaria o suficiente para ser uma senhora apropriada para as pessoas de Avington, e elas mereciam uma lady dotada de carinho e sensibilidade.(...)"

No íntimo, Simon estava consciente de que não era essa a única razão. Precisava ver Isabelle, abraçá-la como fizera naquela noite. Talvez fosse pela última vez. Apesar de sua própria fanfarrice de crer que sobreviveria ao inimigo, não tinha meios de saber o que lhe sucederia após confrontar-se com o rei João.
Fora mesmo um tolo. Sim, amava Isabelle. Quando lhe afirmara que não se importava se sua mulher poderia amar, não só enganara a si mesmo como também a ela. Convencera-se de que nutria apenas piedade por tudo o que Isabelle suportara desde a infância. Mas amava-a, e muito.(...)"

"(...)Simon manteve-se calado até alcançarem os degraus externos da grande porta de carvalho do castelo.
— Por favor, agradeça a Jack por mim. — E virou-se para ela.
Isabelle embeveceu-se na contemplação de cada detalhe de seu rosto tão querido.
— Isabelle…
Simon suspirou e não terminou o que pretendia dizer. Tomou-a nos braços e beijou-a com paixão.
Isabelle sabia que jamais esqueceria aquele beijo e, como uma tola, agarrou-se em Simon, como se pudesse segurá-lo para sempre. A perda era muito dolorosa.
De repente, ele a largou e partiu.(...)"

"(...)— Eu te amo, Isabelle. Amei desde o começo, e meu amor será eterno.
Isabelle jogou-se da montaria para os braços de Simon e agarrou-o pelo pescoço, erguendo o rosto para ser beijada. Ele não se fez de rogado e beijou-a com uma profundidade que a deixou arrepiada.
Isabelle, logo em seguida, encarou-o.(...)

2 - Cavaleiro do Amor - Catherine Archer



Inglaterra, século XII. 

Jarrod Maxwell, um cavaleiro valoroso e respeitado, sempre conservara o coração fechado ao amor. Mas então por que depois que o destino colocou lady Luana no seu caminho sua alma solitária começou a desejar uma paixão impossível e um amor eterno?

Luana estava era um grande dilema... Não sabia se deveria terminar o noivado planejado havia anos para sair à procura do irmão desaparecido. As regras convencionais acenaram-lhe com um "não!". Mas ao fitar o glorioso cavaleiro sir Jaírod, admitiu para seu próprio coração que o seguiria para onde quer que ele fosse. 





Segundo Livro da Série Cavaleiros do Dragão

3 - Um Nobre Amor - Catherine Archer

Inglaterra, 1204.


Rowena aprendera aquilo na tenra infância quando seu pai a abandonara. E, agora, sir Christian Greatham, movido por promessas de vingança, insistia que ela era, na verdade, herdeira de um poderoso legado. Mas ela não queria títulos de nobreza nem terras. O que seu coração desejava... mas que lhe era eternamente negado... era Christian!


Christian Greatham estava determinado a restituir a filha do Dragão à sua posição de direito. Mas a teimosa beldade desconfiava de tudo que estivesse relacionado à nobreza. Afinal, por qual outro motivo ele arriscaria tudo para tirar Rowena de regiões bravias da Escócia? Não podia ser por amor... especialmente dele... ou será que podia?!




Terceiro Livro da Série Cavaleiros do Dragão


Gosto das seguintes passagens:


"(...)Com uma expressão de compaixão, Rowena olhou para o homem deitado na praia varrida pelo vento. O rosto dele, que ela imaginou ser bonito o bastante normalmente, estava lívido, abatido. Mato e areia impregna­vam-lhe os cabelos escuros. As roupas estavam em farrapos, embora o caro veludo azul de que eram feitas evidenciasse que já haviam sido refinadas.(...)"


"(...)De qualquer modo, respirou fundo, enquanto passava o pano úmido lentamente por aquela fronte larga, os dedos roçando os fartos cabelos castanho-escuros que Hagar lavara. Enquanto o fazia, descobriu-se pensando que aquele era o homem mais bo­nito que já vira. Havia uma força inegável em seu rosto que fora abrandada por aquela rápida visão que ela tivera de seus intensos olhos azuis, olhos que tinham parecido tão surpreen­dentemente gentis.(...)"


"(...)Ele suspirou.
Rowena observou seu paciente com um misto de constrangi­mento e fascínio que quase sobrepujou sua cautela.
Aquele homem de compleição forte e olhos gentis era um cavaleiro!(...)"

"(...)- Você realmente acha que sou bonita? - perguntou ela num sussurro.
- Mais do que já imaginei que alguém poderia ser.
Súbita e inexplicavelmente, Rowena não tinha mais medo. Sentiu o coração disparando com uma emoção bastante dife­rente, enquanto seu olhar baixava até os lábios deles e, então, ambos tornavam a se entreolhar.
Um brilho ardente surgiu nos olhos azuis de Christian.(...)"

"(...)Seus lábios cobriram os de Rowena com paixão(...)"

"(...) Ele beijou-a demoradamente nos lábios, deliciando-se com a doçura que continham, com sua convidativa maciez(...)"

"(...)Rowena apanhou-se várias vezes observando Christian, que usava uma túnica de veludo verde-­escuro. Parecia distante e poderoso e tão inegavelmente bonito que ela sentia o coração apertado só em olhá-lo. Ele parecia alheio a sua presença, adiantando-se para parabenizar a irmã e o amigo.
Ela disse a si mesma que não gostaria que fosse de outro modo. Sabia como o homem se sentia a seu respeito e não o deixaria perceber quanto estava ciente de cada gesto, palavra e sorriso dele. Empenhava-se ao máximo para parecer atenta apenas à especial ocasião.
Depois que os apaixonados noivos receberam os cumprimen­tos efusivos de todos, dirigiram-se ao grande salão, onde Isa­belle ordenara que um banquete fosse servido.
Sentindo-se quase uma intrusa naqueles eventos, Rowena permaneceu de lado, enquanto os demais ocupavam seus luga­res à mesa. Foi Christian, para sua surpresa, que pareceu no­tar-lhe a inquietação.
Christian estava ciente da presença de Rowena com cada parte de seu ser. Vestida de vinho e dourado, estava tão linda e desejável que ele nem sequer se atrevera mais a fitá-la depois que a vira entrando na capela e seu coração disparara no peito.
Seu olhar, porém, não cessava de se esgueirar sorrateira­mente até ela, notando como o vestido vinho oferecia um contraste perfeito à pele alva, ou como as tranças avermelhadas brilhavam mais do que as fitas douradas que as adornavam. Nem podia impedir que seu coração batesse mais forte quando lhe observava(...)"

"(...)- Eu amo você. Amei-a desde o primeiro dia em que a vi. Foi por essa razão que fiquei tão determinado a trazê-la até a Inglaterra comigo, embora você não estivesse tão entusiasmada para fazê-lo. Como seria possível eu não me apaixonar? Você é linda, bondosa e bem mais sábia do que seus poucos anos. E se ficar zangada comigo por eu estar lhe dizendo essas coisas, lamento.
- Zangada?
- Sim. Sei quanto eu a magoei. - Ele desviou o olhar. - Não sei como conseguirá me perdoar.
- Perdoar você? - Rowena ergueu-se da cama e tocou-lhe o rosto com ternura. - Perdoar você? - repetiu. - Não tenho nada a lhe perdoar.
Ele fitou-a, então, vendo-lhe as lágrimas de alegria nos olhos verdes.
- Eu amo você, Christian, e sempre o amarei.
- Você me ama?
- Para usar suas mesmas palavras, como seria possível eu não me apaixonar por você? O destino nos uniu. - Os próprio olhos dele ficaram marejados.
- E eu amo você, Rowena.(...)"


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Cavaleiro do Amor - Catherine Archer


O amor estava em um local desconhecido.



Inglaterra, século XII.
Jarrod Maxwell, um cavaleiro valoroso e respeitado, sempre conservara o coração fechado ao amor. Mas então por que depois que o destino colocou lady Luana no seu caminho sua alma solitária começou a desejar uma paixão impossível e um amor eterno?

Luana estava era um grande dilema... Não sabia se deveria terminar o noivado planejado havia anos para sair à procura do irmão desaparecido. As regras convencionais acenaram-lhe com um "não!". Mas ao fitar o glorioso cavaleiro sir Jarrod, admitiu para seu próprio coração que o seguiria para onde quer que ele fosse.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Veludo Azul


Ele lutava contra
o fascínio da mulher que lhe fora imposta como esposa!


Inglaterra, 1355.
Forçada a se casar, lady Elizabeth Clayburn não encontrou, no leito nupcial do castelo do barão de Warwicke, os deleites do amor...
Havia muito tempo, o enigmático lorde Raynor Warwicke erguera muralhas em volta do próprio coração.
Porém, sua esposa ousou penetrá-las, desafiando-o a afastar as suspeitas e a render-se ao poder da paixão!





              
     Gostei muito da mocinha deste livro. Ela é Bela, determinada, coerente e amorosa. Raymon, um lindo highlander sofrido que tem a alma em pedaços por traumas causados por sua mãe. Aprendeu por fim a amar.
Recomendo a leitura!!!


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Um Nobre Amor

http://ecx.images-amazon.com/images/I/51691NXJA2L.jpg


Inglaterra, 1204


Rowena aprendera aquilo na tenra infância quando seu pai a abandonara. E, agora, sir Christian Greatham, movido por promessas de vingança, insistia que ela era, na verdade, herdeira de um poderoso legado. Mas ela não queria títulos de nobreza nem terras. O que seu coração desejava... mas que lhe era eternamente negado... era Christian!


Christian Greatham estava determinado a restituir a filha do Dragão à sua posição de direito. Mas a teimosa beldade desconfiava de tudo que estivesse relacionado à nobreza. Afinal, por qual outro motivo ele arriscaria tudo para tirar Rowena de regiões bravias da Escócia?


Não podia ser por amor... especialmente dele... ou será que podia?!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A Dama da Floresta - Série: Irmãos Ainsworth


Inglaterra, 1461
Lady Raine precisava de um marido, mas não podia ser um qualquer. Tinha de ser um homem honrado, capaz de proteger a herança de seu irmão mais novo. No instante em que viu Benedict Ainsworth na corte, ela soube que sua busca terminara. Mas o esquema para conquistá-lo havia apenas começado...
Fascinado pela estonteante beleza de Raine, Benedict, o barão de Bracknmoore, moveria céu e terra pela intrigante dama. Porém, quando ela o envolveu em um casamento por conveniência, Benedict decidiu que daria a Raine muito mais que um sobrenome...